segunda-feira, 1 de agosto de 2011

PP catarinense ligado a irregularidades no Ministério das Cidades

Leodegar Tiscoski, secretário nacional de Saneamento, acusado pela revista, disse estar “indignado” com as acusações


Divulgação/ND

Leodegar Tiscoski, secretário nacional de Saneamento, nega todas as acusações
Uma denúncia da revista IstoÉ desta semana liga o secretário nacional de Saneamento e  tesoureiro do Partido Progressista (PP), Leodegar Tiscoski, e outros executivos ligados ao partido a irregularidades dentro do Ministério das Cidades. Tiscoski nega as acusações.

“Fico indignado ao ouvir meu nome envolvido em duas inverdades”, disse Tiscoski, ouvido sábado (30). “Eu estou afastado da tesouraria do partido. Também não beneficiei nenhuma empresa, porque não tenho contato com empresas. Nunca participamos diretamente do processo de licitação de nenhuma obra”.
 A reportagem afirma que, dos gabinetes do Ministério das Cidades, comandado pelo PP, os políticos favoreciam empreiteiras que contribuíram financeiramente com campanhas eleitorais do partido no ano passado.  O ministro das Cidades, Mário Negromonte, negou com veemência as acusações.
Segundo a revista, Tiscoski é secretário de saneamento do ministério desde 2007 e no ano passado atuou também na função de tesoureiro nacional do PP. Documentos do Tribunal Superior Eleitoral mostram que, em dezembro de 2010, Tiscoski assinou a prestação de contas do partido. Ele afirmou à revista que não assina mais cheques ou ordens bancárias como tesoureiro, mas admitiu que "encaminhou" a prestação de contas ao Tribunal. O PP informou que as finanças do partido estão a cargo do primeiro tesoureiro, o ex-deputado Feu Rosa, que, segundo a revista, é assessor especial da pasta, cuidando do relacionamento do ministério com o Congresso.
A reportagem diz que as empreiteiras contribuíram oficialmente com R$ 15 milhões nas campanhas do PP em 2010, sendo a maior parte (R$ 8,7 milhões) na forma de doações ocultas. A revista afirma que três grandes construtoras, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, repassaram legalmente um total de R$ 7,5 milhões para as campanhas do PP.

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