sexta-feira, 28 de outubro de 2011

"O PRB é um partido formado por uma militância heterogênea"

Deputado Federal George Hilton PRB/MG
Veterano no legislativo com quatro mandatos, George Hilton, que também é o presidente regional do PRB-MG, pode ser visto como um típico político mineiro. De boa prosa, o que o torna ótimo interlocutor com qualquer esfera de governo, e de posições sólidas. Esse determinismo, longe de ser teimosia, se transforma em convicção.  “Não basta renovar, é preciso inovar” é um pensamento constante em sua ideologia política que se traduz na arte do diálogo e na busca por soluções criativas, como as que planeja para sua Contagem, na qual é pré-candidato a prefeito e onde mineiramente monta uma coalizão envolvendo  empresários e trabalhadores. Uma coligação da cidadania disposta a mudanças e ousadias administrativas. Ousadias que ele identifica na própria essência do PRB. Por isso, para ele, ser 10 é ver “em cada dificuldade uma oportunidade de superação e de vitória”.


1- O senhor está vivendo muito de perto esse clima de pré-campanha eleitoral em seu estado. Qual tem sido o papel da militância?

George Hilton - Muito importante e diversificado. O PRB é um partido formado por uma militância heterogênea. Ou seja, ela tem penetração em vários segmentos da sociedade. Nós temos um movimento jovem muito forte, uma militância feminina aguerrida, uma grande participação em sindicatos. Em Contagem, temos uma forte presença entre os servidores públicos, sobretudo nas áreas de Educação e Saúde, que são mais sensíveis e carentes de políticas públicas efetivas. Temos ainda os admiradores e simpatizantes que percebem, nesse momento, que o PRB oferece uma via, a chamada terceira via, apta a discutir e propor os rumos que a cidade de Contagem deverá seguir nos próximos anos. Não temos uma militância de só gritar palavras de ordem e segurar propagandas políticas. Temos uma ampla participação e identidade.  

2- O fato de o PRB ser um partido novo facilitaria essa adesão e simpatia?

George Hilton - Sem dúvida. A política do coronelismo e do voto de cabresto está em extinção. A sociedade busca hoje não só renovação, mas inovação. Quer propostas ousadas. E identificam essa ousadia com as propostas do PRB. Eu diria que a palavra do partido nesse momento é ousar. Ninguém chega a lugar nenhum se não ousa. As pessoas querem, sim, inovação, mas querem pessoas ousadas. E o PRB está marcando espaço por se mostrar como um partido que ousa e que acredita no novo, em um momento novo na política, não só em Contagem, mas em todo o Brasil.

3 - Diante desse quadro, o senhor diria que a meta, usando suas palavras, ousada, do PRB, de dobrar o tamanho de suas bancadas municipais nas próximas eleições é viável?

George Hilton - Eu acredito que essa meta será amplamente superada. Claro que nós temos, sobretudo, clareza de que se trata de um desafio grande. Mas o PRB já iniciou sua história política e partidária surpreendendo. Eu não conheço, na história do Brasil, um partido que iniciou sua trajetória tendo um vice-presidente da República. Isso é, para mim, um sinal de predestinação. Eu diria que o PRB é predestinado ao crescimento. Em Minas Gerais, por exemplo, que é a segunda força do PRB em vereadores (o partido tem 110 vereadores no estado), onde temos mais de 10 prefeitos, é perfeitamente factível que tenhamos um aumento da bancada superior a essa meta.

4- Para cumprir essa meta é necessário trazer de volta o interesse pela política. Como fazer isso em um momento de descrédito?

George Hilton - Isso pode ser facilitado pelo fato de que o PRB não tem dono. Ele não é um partido de “caciquismo”. Ele é um partido aberto. A partir do momento em que ele se propõe a ser aberto para discutir os problemas, ele atrai as pessoas.  O que o cidadão não quer é se sentir usado. Se sentir manipulado. O povo quer participar opinando. E nós temos um fórum permanente no partido para essa participação. A melhor forma de trazer um cidadão de volta à vida partidária é ouvindo esse cidadão. É usando o partido como caixa de ressonância dos interesses legítimos das comunidades. O povo não quer ouvir de nós, classe política, o que nós achamos que tem que ser feito. Elas querem nos ter como interlocutores de seus desejos, anseios e preocupações.

5- Então, ouvindo as pessoas, quais seriam as prioridades para a cidade de Contagem?

George Hilton - Contagem é uma cidade operária, que em seus tempos áureos foi uma espécie de “Manchester Mineira” (NR: Manchester é um dos centros industriais da Inglaterra, tendo, no passado, desempenhado papel fundamental na Revolução Industrial, principalmente com as renovações tecnológicas utilizadas em seu pólo têxtil), que com o tempo e as sucessivas crises econômicas que atingiram o Brasil sofreu uma perda muito grande de sua capacidade produtiva na indústria, de tal forma que o setor que lidera a economia local hoje é o do comércio e serviços. Quem conhece Contagem certamente a identificava como uma cidade industrial. Eu quero resgatar esse papel da cidade. Quero atrair e fortalecer o setor industrial, que é um grande gerador de riquezas, de emprego e de renda. Quero dar uma nova cara à Saúde Pública da cidade, na qual temos uma demanda muito grande. Lamentavelmente, só temos um leito do SUS disponível para cada dois mil habitantes. Isso em uma cidade com 600 mil habitantes! Chega a ser temerário. Quero investimentos urgentes em um hospital de referência.  Hoje não temos isso em Contagem. Outro drama da cidade é a questão da mobilidade. Temos um projeto que se arrasta há mais de 20 anos, que é a expansão da Linha 1 do Metrô, que sairia de Belo Horizonte até Betim, passando por Contagem. Até hoje está no papel.  Pretendo mobilizar não só as autoridades estaduais e federais, mas também buscar parcerias e investimentos fora do Brasil para esses projetos. Existem hoje várias linhas de financiamento internacional que nos possibilitariam a realização desses e outros projetos, como a implementação de veículos leves sobre trilhos e a formação de corredores que facilitem a mobilidade urbana. Entretanto, com certeza, uma de nossas prioridades serão os investimentos em Educação.  Eu acredito na educação em tempo integral e quero investir muito. Com a receita que temos hoje em uma cidade que é a terceira potência econômica de Minas, com uma receita que passa de R$ 1,5 bilhão, podemos oferecer uma educação básica de melhor qualidade.  Nossas escolas estão abandonadas. Muito pouco se investiu no nosso futuro. E a educação é a solução para muitos de nossos problemas.  Se nós investirmos nessas crianças, desde o Ensino Básico, e fortalecermos, como pretendo, via parcerias, a instalação de centros de ensino profissionalizante, como os Cefets, estaremos criando uma nova geração que colocará Contagem no papel de destaque que ela merece, não só em Minas, como no Brasil. Vamos preparar essa grande juventude contagense para o primeiro emprego e para sua entrada com qualidade no mercado de trabalho.

6- Que tipo de experiência o senhor leva de sua passagem pelo Legislativo para o Executivo?

George Hilton - A política é a arte do diálogo. É a forma correta de transpor fronteiras. Eu posso, nesses quase 16 anos de vida pública, dizer que adquiri experiências que me permitem ter diálogos permanentes com os níveis estaduais e federais de governo e até mesmo fora do País. Sou um parlamentar que integra a bancada do Mercosul.  De forma que adquiri experiência muito vasta até com administrações fora do Brasil. O grande diferencial de minha candidatura é a capacidade de dialogar e de ir à exaustão na busca da solução de problemas. Em meu governo não haverá conversa de que “não posso porque o governador ou o presidente não são do meu partido”. Não haverá a frase “não posso”. Quando você é escolhido para administrar uma cidade como Contagem, você tem que romper barreiras. Romper fronteiras. Se não conseguir no estado, vá à União, vá aos organismos internacionais.

7- O que é necessário para se aliar a esse projeto, inclusive por parte de outras legendas?

George Hilton - O PRB surge como uma terceira via. Ele vai enfrentar dois grupos que já polarizavam as eleições na cidade. Então, sabemos que neste primeiro momento não haverá uma adesão em massa de partidos a nossa proposta. Mas o que importa é a adesão da população. Essa é visível no dia a dia.  A grande aliança popular que está se formando pelo desejo de fazer Contagem passar por mudanças. Esse é o sentimento que vai unir trabalhadores, empresários e toda a população, no final, ao nosso projeto de uma nova Contagem. Em todos os locais aonde vou, sejam entidades de classe, empresas, sindicatos, percebo que há uma grande coligação, envolvendo o sentimento de mudança, de esperança. Uma coalisão natural em torno de nossas propostas.

8- O que é ser 10 para o senhor?

George Hilton - Ser 10 é ser capaz de não dizer não diante dos desafios. É ser capaz de enfrentar os obstáculos. Ser 10 é fazer de cada dificuldade uma oportunidade.



Fonte: PRB Nacional 
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PRB apoia o PSDB em Penha

Ademir Soares e bispo Jerônimo



Penha é uma cidade atrativamente turística, com suas 19 belas praias, o parque Beto Carreiro World, extensa rede hoteleira e gastronômica que orgulha a população de 25.140 habitantes, o município é um lugar agradável e aconchegante.


O PRB tem a responsabilidade de contribuir na administração da cidade através de seu Presidente Ademir Soares que está a frente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Ademir tem desenvolvido projetos juntos aos órgãos estaduais e federais e de iniciativa privada.






Por: Paulo Henrique - PH
Foto: PRB de Penha
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cronica de uma Holandesa com espirito Republicano




"Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.

Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de ‘Como conquistar o Cliente’.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos..

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc… Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

9.Telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas..

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?

3. Que suas AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE ganham os melhores e maiores prêmios mundiais? :)

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.

É! O Brasil é um país abençoado de fato.

Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.

Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.

Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida patris chamada Brasil!"

Cronica de uma Holandesa sobre do Brasil!
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sábado, 22 de outubro de 2011

PRB garante uma vitória para os aposentados

Atuação da bancada foi essencial para aprovação do parecer favorável sobre a “desaposentação”


BRASÍLIA (DF) - Após um longo período de discussão, a Comissão de Seguridade e Família da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do deputado federal Antônio Bulhões (PRB-SP), favorável ao projeto de lei do também deputado pelo PRB Cleber Verde (MA) que cria a desaposentação. A atuação conjunta dos republicanos, que incluiu a participação do deputado Jhonatan de Jesus (de Roraima), foi fundamental para vencer a resistência imposta por parlamentares que defendiam alguns interesses que prejudicavam os aposentados.



Pelo projeto aprovado, beneficiários do sistema de previdência que voltaram a trabalhar poderão renunciar a aposentadorias especiais e por tempo de contribuição ficando assegurada a contagem do período de contribuição para a obtenção da aposentadoria integral ou para o cálculo da proporcional. “Com a aprovação, estamos na verdade reconhecendo um direito que tem sido sucessivas vezes conquistado nos tribunais”, argumentou o autor do projeto, o parlamentar Cleber Verde.

Em seu parecer pela aprovação, Antônio Bulhões questionou os obstáculos arrolados pela Previdência Social para evitar a desaposentação. “Não há vedação constitucional ou legal para a renúncia de benefício, por ser este um direito patrimonial disponível. A renúncia é possível principalmente para se alcançar uma situação mais favorável ao autor”, lembrou Bulhões.

O Brasil tem hoje cerca de 70 mil ações de segurados que lutam na Justiça para obter o direito a trocar a aposentadoria. Há atualmente 500 mil aposentados que voltaram a trabalhar e contribuem para a Previdência. E 50% dos processos distribuídos na Justiça federal que acionam o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) versam sobre o assunto. O projeto agora segue para a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

Por Paulo Gusmão

Fonte: PRB Nacional
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"A militância do PRB Mulher vai fazer a diferença nas Eleições de 2012"

Rosangêla Gomes é deputada estadual e presidente nacional do PRB Mulher. Nessa entrevista, ela fala dos projetos dessa militância e o que representa a eleição da presidente Dilma Rousseff para a participação feminina na política brasileira. A parlamentar republicana também fala de suas expectativas para as Eleições de 2012 e como a Baixada Fluminense é tratada pelos governos.


Rosangêla Gomes deputada estadual PRB/RJ e presidente Nacional do PRB Mulher


1) A militância PRB Mulher está preparada para fazer a diferença nas Eleições 2012?

Rosangela Gomes - O PRB mulher está trabalhando para eleger muitas vereadoras e prefeitas nas Eleições 2012. Eu assumi a presidência dessa militância em março deste ano, logo após o Dia Internacional da Mulher, e desde aquele período estamos trabalhando visando o próximo pleito. Hoje temos militantes que são líderes em diversos municípios. Temos militantes que ocupam importantes espaços em associações de moradores, sindicatos, comunidades e movimento sociais. Em agosto, conseguimos reunir as coordenadoras estaduais e definimos muitas diretrizes. Estou otimista quanto ao resultado das eleições do próximo ano.

2) A mulher ainda encontra muitos obstáculos para seguir uma carreira política no Brasil?

Rosangela Gomes - A mulher é líder dentro de casa, sabe administrar um lar e tem um senso de organização muito grande. A sensibilidade da mulher para os problemas sociais é maior do que a dos homens. Isso faz dela uma excelente candidata. No entanto, quando chega o período de registrar o nome numa agremiação política, para disputar um cargo no Legislativo ou no Executivo, ela recua. Essa barreira cultural precisa ser ultrapassada.

3) O que representou a eleição da presidente Dilma Rousseff para a militância política da mulher?

Rosangela Gomes - A eleição da presidente Dilma, a primeira mulher presidente do Brasil, representa um marco na política do nosso País, mas ainda precisamos avançar muito. Temos hoje mais de 120 milhões de eleitores, mais da metade mulheres. Mas quando comparamos esse universo com o quadro da representação nos parlamentos, a representatividade nas casas que criam leis, ainda observamos uma grande discrepância.

4) A presença da mulher nos palanques das Eleições de 2010, disputando a Presidência da República, foi um marco no Brasil?  

Rosangela Gomes - Acredito que sim. E é bom que não esqueçamos que durante o processo eleitoral tivemos a presença da Marina da Silva, um ícone na área do meio ambiente, disputando o mesmo cargo. Dilma ganhou a disputa por vários fatores, mas é bom destacar que foi por ser uma mulher forte, por sua história de vida, por toda a sua luta contra a ditadura, sua trajetória e, obviamente, pelo trabalho que desenvolveu no governo do presidente Lula. O Brasil foi inserido no cenário mundial de uma forma muito positiva. Um patamar de gestão admirável.

5) A sua trajetória política também está ligada a esta luta da participação da feminina na política?

Rosangela Gomes - Eu fui vereadora na cidade de Nova Iguaçu durante três legislaturas. Um município onde há 12 anos não havia uma representação feminina. Em 2000, fui a única mulher na Câmara. Em 2004, a representação passou para duas cadeiras, e em 2008 somou quatro. Disputei uma vaga para o Senado e hoje sou deputada estadual. Atualmente, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, num quadro de 70 deputados, 13 são mulheres. No Senado, de 81 cadeiras, apenas 11 são ocupadas por mulheres. Na Câmara Federal, de 513 deputados, 46 são mulheres. Portanto, existe uma lacuna entre o eleitorado feminino e a representatividade. Esse cenário é resultado da nossa cultura. Ao longo dos anos, as mulheres foram educadas para serem mães, donas-de-casa e esposas. Não fomos preparadas para a gestão pública. Uma minoria foi preparada para ocupar cargos de gestão na iniciativa privada. Agora, no século XXI, esse quadro começa a mudar. Algumas barreiras culturais começam a ser rompidas. O ministério da presidente Dilma é formado por dez mulheres e isso já é um sinal.

6) O PRB, apesar de ser um partido jovem, está contribuindo para a formação de um novo Brasil?

Rosangela Gomes - Sem dúvida alguma, até porque está na base aliada. O saudoso presidente de honra do PRB e vice-presidente da República José Alencar, com seu equilíbrio e conhecimento, foi fundamental nessa construção. Eu aprendi muito com ele durante os muitos encontros que o PRB promoveu. Uma de suas principais bandeiras era a redução da taxa de juros de economia brasileira, a taxa Selic, que ainda é uma das mais altas do mundo. Ele discursava e dizia que era um absurdo esse índice ser tão alto. No entender dele, isso era ruim para o desenvolvimento do País, para a geração de empregos.

7) Em que setores o Brasil deve investir mais nos próximos anos?

Rosangela Gomes - Eu sou uma apaixonada pelos temas Educação e Saúde. Para o Brasil crescer será necessário investir nesses dois setores. Não existe nenhuma fórmula mágica. Com educação, prepararemos as nossas crianças para o amanhã. Um povo sadio e forte produz e gera riquezas. A Educação é uma das portas para a solução de outros problemas.

8) O PRB é um partido que faz a diferença?

Rosangela Gomes - Eu trabalhei pela fundação do Partido Republicano Brasileiro. Não existe no País nenhuma agremiação política como o PRB. Uma legenda de oportunidades, que tem compromisso com a coisa pública, com muita ética. Defendemos um Estado forte, prestando serviços de qualidade para a população. Um retorno satisfatório dos impostos recolhidos. E digo isso com muita alegria, pois eu me lembro muito bem daqueles dias em que íamos de casa em casa colhendo assinaturas para a formação dessa legenda, que comemorou em agosto passado apenas seis anos. A meta do presidente Marcos Pereira é dobrar a nossa representação no parlamento no próximo pleito. Estamos trabalhando para isso. A militância do PRB Mulher vai fazer a diferença nas Eleições de 2012.

9) As recentes leis aprovadas no Brasil ajudaram a combater a violência contra a mulher?

Rosangela Gomes - Acredito que sim. O Brasil já avançou muito nesse sentido. A Lei 11.340, a chamada Lei Maria da Penha, que foi sancionada pelo presidente Lula, em 2006, mudou muita coisa. Esse dispositivo realmente coíbe a violência contra a mulher. No entanto, por uma série de motivos, muitas ainda não se sentem seguras para denunciar maus tratos. Muitas mulheres ainda têm medo de denunciar os seus agressores.

10) O seu reduto eleitoral é a Baixada Fluminense, no Estado do Rio de Janeiro. Como a população dessa região é tratada pelos governos?

Rosangela Gomes - O PRB me dá a oportunidade de sonhar com dias melhores para a Baixada Fluminense. Trata-se de uma região que tem cinco milhões de habitantes que vivem em 13 municípios, mas que é esquecida pelos governos. Infelizmente, o abandono é total. Eu falo isso com conhecimento de causa, pois sou moradora da região. Nasci e fui criada em Nova Iguaçu. Tenho conhecimento das necessidades locais. A Baixada Fluminense tem ficado à margem dos investimentos estadual e federal ao longo dos últimos anos. Recentemente, por exemplo, andei por vários bairros de todos os municípios da região e fiquei indignada com a total falta de saneamento básico. Quando o tema é transporte público, dá muita tristeza analisar a situação. Um trabalhador é obrigado a sair de casa às 4h da manhã para trabalhar na capital do Rio de Janeiro. Isso porque ele leva, em média, de duas a três horas para chegar ao local onde ganha o pão de cada dia. No final do dia, para voltar, é o mesmo tempo. Uma mãe, que é obrigada a trabalhar fora, não tem onde deixar os seus filhos. Em muitas residências não existe água encanada. Nos postos de saúde, faltam remédios, equipamentos e profissionais.

Por David Telles

Fonte: PRB Nacional
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

PRB de Major Gercino apresenta pré-candidatos

Vereador Ademir e a Nova Comissão de Major Gercino


O Vice-Presidente Estadual do PRB vereador Ademir José Rover, apresentou o "Projeto de Nação do Partido Republicano Brasileiro a cidade de Major Gercino. 

A Nova Comissão Provisória do Partido Republicano Brasileiro - PRB de Major Gercino, foi apresentada a imprensa e a sociedade: Presidente: João José Frederico, conhecido popularmente como Edinho, Vice-Presidente Antonio Amantino Jacomelli, Secretário: Antonio César Firmiano, Tesoureiro: Paulo César Coelho e Muller Gambeta como vogal. Após a posse foi realizada um numero expressivo de filiações em ato simbólico. A felicidade estampada em cada um dos membros da Comissão erá visível e coadunava com os demais representantes setoriais da sociedade Majorense.

"O crescimento deste grupo, se da por conta do bom relacionamento, da amizade, do carinho que todos nós temos pelo Município e pelos cidadãos que aqui residem". - Disse o Presidente Edinho

Em seu discurso no ato de posse da nova Comissão executiva, o vereador lembrou aos presentes os princípios do PRB: 

"É uma instituição política democrática, defensora do bem comum e de uma sociedade livre, que tem o intuito de promover a gestão orçamentária participativa, através de debates e audiências onde serão discutidos assuntos de interesse das comunidades, proporcionando ao cidadão comum, uma forma de governo afinada com a vontade da população". Disse o vereador


Na opinião do Secretário Antonio César Firmiano "Esse grupo que hoje representa o PRB, é a novidade na área política municipal e foi criado para unir esforços que com certeza resultarão na diferença para as eleições de 2012".


      

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Convite: Posse do Novo Presidente Estadual


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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Mensagem do Presidente Nacional

Fui ao dicionário para ver o significado da palavra militância e encontrei o seguinte: atividade de militante, atuação, desempenho. Já militante é o que ou aquele que milita, que combate ou ainda o que ou aquele que defende ativamente uma causa. É ainda o que ou aquele que exerce efetivamente uma atividade.



                                             Presidente Nacional Marcos Pereira
No PRB, o partido que é 10, nós temos algumas militâncias: PRB Mulher, PRB Jovem, PRB Afro, PRB Trabalhador, entre outras, entretanto, a maioria das militâncias está estagnada, inoperante e sem movimentação, com exceção do PRB Mulher e PRB Jovem, que são as duas militâncias mais ativas do nosso partido.

Diante dessa estagnação, venho por meio da mensagem desta semana conclamar todos os filiados a analisar o quadro de militâncias no nosso portal, que está localizado abaixo da seção de imprensa, e ver com qual das militâncias ali descritas você se identifica.

Por exemplo: se você é da raça negra e gostaria de participar de políticas públicas que discutirão temas relacionados a esta parcela da sociedade; ou se você é esportista e gostaria de discutir políticas públicas voltadas para o esporte, ou qualquer outra militância ali relacionada, procure os representantes do PRB no seu município e dialogue com eles, colocando-se à disposição para iniciar um trabalho relacionado ao tema que você gosta e com o qual se identifica.

O que não podemos aceitar é termos militâncias apenas no papel, por isso eu venho solicitar a todos os que estão comprometidos com o PRB que se apresentem para juntos trabalharmos por um Brasil melhor.




Marcos Pereira
Presidente Nacional,
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"O partido do Zé Alencar"

"O partido do Zé Alencar"

PRB MULHER - SC

PRB MULHER - SC
Filie-se, faça parte deste projeto.

PRB JOVEM - SC

PRB JOVEM - SC
Filie-se, faça parte deste projeto.

PRB VERDE - SC

PRB VERDE - SC
Filie-se, faça parte deste projeto.

PRB TRABALHADOR - SC

PRB TRABALHADOR - SC
Filie-se, faça parte deste projeto

PRB AFRO - SC

PRB AFRO - SC

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