quarta-feira, 12 de outubro de 2011

"Esperamos, no mínimo, dobrar as nossas representações majoritárias e proporcionais."

O deputado federal Cleber Verde, presidente estadual do PRB no Maranhão, tem trabalhado arduamente, em Brasília, buscando recursos financeiros ao diversos municípios do Estado. Ele é autor de vários projetos de Lei, entre eles, um que visa beneficiar aposentados brasileiros, além do Fundo Especial de Desenvolvimento da Agricultura. Em entrevista, o parlamentar afirma que o PRB no Maranhão vem se consolidando e que, em 2012, poderá disputar as eleições para prefeito em 100 municípios.


Deputado federal Cleber Verde



1- Como o PRB no Maranhão  está se preparando para as eleições de 2012?
Cleber Verde: Filiando lideranças políticas expressivas nos municípios, comprometidas com o projeto Republicano de governar. Fazendo reuniões periódicas em caráter regional, com objetivo de unificar uma política de comprometimento com as políticas públicas de interesse de cidadãos e dos seus municípios.

2- Já tem alguma estimativa do número de cidades maranhenses nas quais o PRB disputará o cargo de prefeito?
Cleber Verde: A perspectiva é que possamos disputar as eleições para prefeito em 40% dos municípios maranhenses, ou seja, aproximadamente 100 municípios.

3- Como está a atual administração do Maranhão?
Cleber Verde: Há um esforço conjunto da governadora (Roseana Sarney) e da bancada maranhense para viabilizar recursos que permitam a consolidação de uma infraestrutura urbanística em todo o Estado. A administração do governo tem se esforçado para diminuir as dificuldades na área de educação, saúde, segurança e outros setores relevantes.

4- A população de São Luís encontra apoio do governo municipal para resolver os seus problemas?
Cleber Verde: A atual gestão do prefeito de São Luís está comprometida, nesse momento, com melhoria da infraestrutura urbana, especialmente no que diz respeito à recuperação de ruas e avenidas que ficaram danificadas com o grande volume de chuvas que ocorreram na cidade. E há um esforço por parte da administração em dar respostas aos outros graves problemas que afligem nossa capital, às vésperas de completar 400 anos, a exemplo do transito caótico, saúde e educação.

5- O partido no Estado já definiu suas coligações? No atual momento, com que partido seria mais viável o PRB se coligar?
Cleber Verde: O partido ainda não definiu suas coligações, mas está dialogando permanentemente com os demais partidos para entendimentos futuros.

6- Quais os projetos desenvolvidos pelo senhor, em Brasília, para o povo maranhense?
Cleber Verde: Ao longo dos cincos anos representando o estado do Maranhão, temos acrescentado na LOA (Lei Orçamentária Anual) recursos financeiros aos mais diversos municípios do Estado. Além disso, centenas de projetos de lei foram apresentados por mim, a exemplo do PL 3884/2008, que beneficiará aposentados brasileiros, e a PEC 88/2007, que cria a FUNAGRI (Fundo Especial de Desenvolvimento da Agricultura).

7- Quais as maiores dificuldades travadas no Congresso para que o povo do Maranhão seja beneficiado?
Cleber Verde: A falta de liberação de emendas parlamentares individuais e de bancada que vem prejudicando o andamento do desenvolvimento dos municípios maranhenses.

8- Como presidente estadual do PRB no Maranhão, o que as pessoas podem esperar do partido nas próximas eleições?
Cleber Verde: Não só as pessoas de um modo geral, mas os militantes e, principalmente, os pré-candidatos às eleições de 2012, podem esperar diálogo e compromisso da direção regional do PRB, na perspectiva de consolidar alianças e entendimentos para formarmos uma grande bancada de vereadores e prefeitos nas próximas eleições. Esperamos, no mínimo, dobrar as nossas representações majoritárias e proporcionais.

Por Jorge O’hara
Fonte: PRB Nacional
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“Essa é a eleição da juventude.”

Quem conversa com o deputado Jhonatan de Jesus logo percebe que não dá para generalizar com a frase feita de que os jovens não querem saber de nada. Dividindo uma rotina massacrante de estudante de medicina e de deputado federal pela primeira vez, o parlamentar é uma das novas faces da política nacional: comprometida com a ética e com as mudanças. Por isso, batalha para que, nas próximas eleições, o jeito 10 de fazer política do PRB ganhe mais espaço, principalmente entre os jovens, pois, como diz Jhonatan: “Essa é a eleição da juventude.”


Deputado federal Jhonatan de Jesus


1 - Como anda o processo de filiação em seu estado?

Jhonatan de Jesus - Estamos com um grande movimento de filiação em andamento. Para isso, temos contado também com a mobilização de nossos pré-candidatos a vereador e prefeito. Isso para atendermos às nossas expectativas. Nas últimas eleições, ficamos em quarto lugar como partido mais votado, concorrendo com candidatos a deputado federal e estadual. Nestas, queremos, pelo menos, tornar o PRB o segundo maior partido dentro do estado. Para isso, pretendemos lançar candidaturas em no mínimo cinco prefeituras, dos 15 municípios que nós temos. Temos ainda uma meta de eleger em cada Câmara de vereadores pelo menos dois correligionários. Se levarmos em conta que são nove em cada um desses municípios, podemos ver como nossa proposta é ambiciosa, mas acima de tudo exequível. É ousadia, mas nossa ousadia é ver o PRB crescendo cada vez mais.

2 - Mas dá para um partido crescer e ter metas ousadas como essa diante de um quadro de tamanho descrédito com a classe política?

Jhonatan de Jesus - Há uma visão generalizada da classe política como corrupta, com acesso liberado ao poder e capaz de resolver todos os problemas individuais. Acho que andaram lendo muito “O Príncipe”, de Maquiavel e deixaram a nobreza dos princípios de lado. De repente, vários políticos começaram a fazer a política do pão e circo. Mas não podemos generalizar. Temos, sem dúvida, que fazer uma política voltada para as necessidades da população. Meu mandato é fruto da vontade popular. Ele não pode se dissociar dessa vontade, sob o risco de me afastar cada vez mais do cidadão. Eu venho de uma tradição, iniciada por meu pai, que tem um olhar político voltado para o coletivo, mas a partir da visão da população local, que vivencia e enfrenta os problemas e sabe o que se deve melhorar naquela localidade. Na nossa região – o sul do estado –, essa política já é conhecida. Nós nos damos as mãos, e a população, os políticos locais, estaduais e federais se unem em prol do desenvolvimento de nossas cidades. Sabemos que um vereador pode realizar menos em termos de propostas legislativas e tem menos acesso a recursos que um deputado estadual ou federal. Mas ele, o vereador, está mais próximo da população. O sistema funciona, mais ou menos, como uma caixa de ressonância da sociedade. Se o vereador cumprir bem o seu papel, o cidadão se perceberá representado, os políticos estaduais e federais receberão os subsídios demandados pela população, a engrenagem funcionará melhor e o descrédito político vigente tenderá a diminuir.

3 - Esse é o seu primeiro mandato como deputado federal. Ainda há muito a cumprir na legislatura, mas como está sendo essa experiência?

Jhonatan de Jesus - Quando cheguei a Boa Vista para ser candidato, eu me surpreendi com a receptividade, não ao nome de Jhonathan de Jesus, mas com a expectativa para com meu pai. Como, por motivos políticos, ele acabou desistindo da candidatura, eu tive meu nome lançado. Mesmo desconhecido, em pouco tempo estava entre os quatro preferidos da população. Assim que eu cheguei à Câmara, com muita humildade e vontade de trabalhar, pude aprender o que havia de proveitoso em favor de Roraima. Ao mesmo tempo, fiquei triste com algumas coisas que acontecem no Congresso, como, por exemplo, a quantidade de projetos que não são votados, em razão dos atropelos pela sucessiva edição de Medidas Provisórias que trancam a pauta. Para se ter uma ideia, há projetos de lei parados há 20 anos. Meu trabalho nesses oito meses de mandato foi fixado nos meus compromissos de campanha. Hoje, graças a Deus, já temos trabalhos em andamento, como o projeto do FGTS vinculado à educação, outros já vitoriosos, como o projeto que garante casas adaptadas para os portadores de necessidades especiais e vários outros.

4 - Nas últimas eleições, o senhor concorreu em uma aliança ampla, com nove ou dez partidos. O senhor acha que nas próximas eleições esse arco de alianças vai se repetir?

Jhonatan de Jesus - Nas eleições passadas, montamos um grupo, alcunhado de G8, que depois virou G10, em alusão ao grupo que reúne as potências econômicas mundiais, com o objetivo de mudar a cara da política no estado, elegendo novos nomes. E conseguimos realizar nossa meta de eleger dois candidatos. Desde que os partidos estejam juntos nessa proposta de fazer uma nova política, não vejo nenhum problema em repetirmos essas alianças.

5 - Quais seriam as condições hoje para que um partido se coligasse ao PRB no estado, ou que viesse a fazer parte dessa aliança?

Jhonatan de Jesus - O G10 foi criado em um determinado momento das eleições. Foi uma conjuntura que pode até vir a se repetir, até porque alianças são muito bem-vindas e fundamentais na política. Mas não podemos garantir que essa configuração possa se repetir. Vamos lutar para reunirmos pessoas com um perfil atuante, que se enquadrem na tradição política que estamos consolidando em nosso estado.

6 - Em um estado que podemos considerar novo, como o senhor avalia a receptividade a um partido também novo, como o PRB?

Jhonatan de Jesus - A política em Roraima ainda está presa a velhos modelos. É uma política assistencialista e podemos dizer também fisiológica. Mas o povo está tomando consciência e por isso tem apostado em novas formas do fazer político, que bem se traduz no nosso partido – o PRB. Somos oposição ao atual governo. O governador sofreu processos junto ao TRE, que inclusive decidiu por sua cassação, processo que se encontra em fase recursal. Tenho certeza de que, em quatro anos, nosso grupo vai assumir o governo do estado, que acreditamos tem tudo para crescer. Para que isso seja possível, nosso grupo já está agindo, com o planejamento de curso de qualificação para nossos candidatos, em áreas como gestão pública, ética, legislação eleitoral, de forma a não só ter mais candidatos, mas, sim, ter quadros cada vez mais preparados para o desempenho de cargos tão importantes quanto os que demandam a política. Esse curso deve acontecer no final deste ano.

7 - O senhor, como um político jovem, acha que é possível trazer o jovem para a política?

Jhonatan de Jesus - Eu sou fã dos caras-pintadas. No passado, foi a juventude que modificou a história do País e trouxe o oxigênio necessário para as mudanças ocorridas. Foi essa juventude que conseguiu o impeachment de um presidente. Não acho que seja verdade que o jovem está alienado. Hoje temos mais de 30 parlamentares com menos de 35 anos na Câmara dos Deputados. É um percentual razoável. É compromisso do nosso partido aumentar esse número. Queremos convocar a juventude a participar de nosso programa e descobrir novos líderes nas classes estudantis.  Essa é a hora de a juventude mostrar a sua cara e participar do processo político. Essa vai ser a eleição dos jovens. Chega de jogar a responsabilidade nos outros. Está na hora de darmos o impulso e a energia, inerentes à juventude, de que o País precisa para mudar.

Por Paulo Gusmão

Fonte: PRB Nacional
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"Diferentemente de outras siglas pequenas, não somos um partido de aluguel."

Quando se fala em eleições, muitos políticos engolem em seco diante do teste de aprovação de seus mandatos nas urnas.  O deputado federal Heleno Silva (SE) vai na contramão desses e não esconde o entusiasmo diante da proximidade das eleições de 2012. Pré-candidato a prefeito na cidade de Canindé de São Francisco, Heleno prevê um acentuado crescimento do PRB em seu estado, desempenho movido pela credibilidade dos quadros do partido e pela identificação do cidadão com “uma sigla que não tem dono, mas programa. Que não tem cacique, mas participação efetiva de toda a militância”. Tanta confiança se baseia em uma constatação: “O PRB resgata a política como a ferramenta para fazer o bem ao próximo.”


Deputado federal Heleno Silva (PRB/SE)



1 – O senhor é um dos parlamentares republicanos com maior entusiasmo com relação às próximas eleições. Qual o motivo desse entusiasmo?
Heleno Silva – Tenho certeza de que nós, do PRB, chegamos a um momento em que poderemos contribuir efetivamente para o desenvolvimento do Brasil, assumindo funções no executivo, administrando prefeituras e, futuramente, tendo candidatos aos governos estaduais.  Por isso, há toda uma movimentação no partido, no sentindo de termos candidatos com qualidade para contribuir para os desenvolvimentos municipais, até como forma de demonstrar a competência e a probidade do partido para gerir recursos e para trabalhar pela viabilização das cidades. Isso pode ser visto pela qualificação e quantidade de pré-candidatos que temos em todo o Brasil.

2 – O PRB tem metas audaciosas com relação às próximas eleições. Em seu estado, Sergipe, por exemplo, o senhor acha que é possível alcançá-las?
Heleno Silva – Sim. Devemos eleger no estado, no mínimo, 10% dos prefeitos. Temos hoje 10 pré-candidatos com chances reais de vitória. Nós, apesar de sermos um partido novo, temos sido muito procurados em virtude de nossa credibilidade e por não sermos um partido com “donos” ou “caciques”.  Por isso, temos recebido uma grande procura por parte de pré-candidatos que querem compromissos programáticos e não adesão a projetos pessoais.

3 – Qual a o papel da militância e como o senhor incentiva essa participação?
Heleno Silva – Buscamos mostrar o que o nosso partido tem de melhor para os municípios, que é exatamente a valorização do ser humano, trabalhando nas políticas públicas que priorizem a saúde e a educação. No meu caso, no meu estado, com um forte componente de combate à pobreza, já que nós no Nordeste temos ainda altos índices de pessoas na extrema pobreza. Então, buscamos mostrar que o nosso partido tem a preocupação prioritária com o ser humano e que nossa política é em cima da valorização deste. Por isso, temos recebido a confiança em nosso trabalho e a mobilização das comunidades em torno de nosso projeto.  Inclusive com altos índices de filiação.

4 – Como motivar a participação política do cidadão em um momento de descrédito em relação à política?
Heleno Silva – Eu acredito que você tem que transmitir às pessoas sua visão política plenamente associada com a vida delas. Uma política voltada para a atenção dos problemas do cidadão no cotidiano. Além disso, tem que ser passada uma visão de esperança em um futuro melhor. Temos que mostrar ao cidadão que a política não foi feita para o benefício dos próprios políticos, mas sim como um instrumento de intervenção e modificação da realidade. Como uma ferramenta maravilhosa para fazer o bem ao próximo.  Essa é a minha ideia. A de melhorar a qualidade de vida do povo e de fazer esse povo ter uma participação ativa na administração do que é de todos. De fazer o povo plenamente integrado a essas discussões. Essa é minha proposta na cidade onde lancei oficialmente minha pré-candidatura a prefeito, em Canindé do São Francisco.

5 – O senhor é um político com uma história ligada ao homem do campo, tendo sido inclusive secretário estadual de Agricultura.  Como o senhor avalia a vida do agricultor brasileiro?
Heleno Silva – Melhoramos muito, principalmente o ramo da agricultura familiar a partir da chegada do presidente Lula, com quem os recursos para a agricultura familiar quadriplicaram. O agronegócio, que é a agricultura em escala industrial, vai muito bem obrigado, sendo um dos destaques na nossa pauta de exportações. O que não quer dizer que deva ser esquecido. Mas o setor da agricultura familiar ainda precisa de mais atenção, principalmente porque é responsável por colocar na mesa dos brasileiros 80% do que estes consomem. Hoje, esse pequeno agricultor tem uma situação melhor, com financiamentos com juros subsidiados, mas nós temos um grande desafio que é resolver a questão das dívidas desses agricultores. Dívidas essas que vieram dos anos 90, época do Fernando Henrique Cardoso, quando foram indexados vários índices de inflação, o que deixou várias unidades de produção inviabilizadas. Essa é inclusive uma das prioridades de meu mandato na Câmara Federal: lutar para que haja uma renegociação diferenciada dessas dívidas para a região Nordeste, porque é uma região diferenciada. O Nordeste e o Norte não podem ser vistos como as regiões Sul e Sudeste, porque têm realidades sociais, culturais, geográficas e históricas diferentes.

6 – Como o senhor avalia o PRB diante desse momento de mudanças?
Heleno Silva – O PRB significa o novo. O partido já conta com uma credibilidade muito grande em todo o Brasil. Nós mostramos que, diferentemente de outras siglas pequenas, não somos um partido de aluguel. Nós temos propostas para os estados e municípios. Isso, junto com a chegada do presidente Marcos Pereira, possibilitou um crescimento ainda maior para o partido. Eu até brinco dizendo que em cinco meses crescemos cinco anos.  O presidente tem escutado muito, tem se reunido com todo o partido, visitado todas as regiões.  Com isso, ele escuta as bases e conhece a visão de cada uma, promovendo a descentralização que vai agregar ainda mais e dar ainda mais confiança ao filiado de que ele faz parte de um partido. O PRB é um partido que veio para ficar e para mudar a política brasileira.

7 – Que experiência o senhor leva do Congresso para sua candidatura?
Heleno Silva – A experiência da negociação sem negociata. O conhecimento das ferramentas constitucionais e legais para obtenção dos recursos que se fazem necessários para o desenvolvimento social de minha região. O contato e o respeito recíproco com a bancada federal de meu partido, que será fundamental para conseguir mais recursos do poder federal. Obtive experiência em orçamento e na elaboração de projetos. É uma experiência de 12 anos de legislativo que agora será aplicada no Executivo. Saindo do campo da formulação de leis e projetos, para a fase de execução.

8 – O que seria fazer uma administração 10 para o senhor?
Heleno Silva – Nosso programa está consolidado em um tripé de ações: saúde, geração de empregos e educação. Não podemos sonhar que os jovens vençam a barreira social da pobreza sem que se tenha uma educação de qualidade.  Uma vez, eu fiz uma pergunta em um programa de rádio que apresentava: “Qual o sonho das crianças e jovens de Canindé?” E foi emocionante ver as respostas nas 105 mensagens que recebi. As crianças dos bairros mais pobres diziam que queriam ser médicas, veterinárias, engenheiras... Eu vi que os pobres também sonham. Infelizmente, o Brasil não tem dado condições para que os jovens realizem esses sonhos. Eu acredito que, em Canindé do São Francisco, o PRB dará todas as condições para que os jovens e crianças realizem esses sonhos.
Por: Paulo Gusmão
Fonte: PRB Nacional
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"O importante é que o PRB tem o compromisso de mostrar que existem políticos sinceros"

Com a humildade própria dos que já chegaram à maturidade, o deputado federal Vilalba (PE) admite que tem muito a aprender, mesmo tendo sido vereador por duas vezes na segunda maior cidade de seu estado, Jaboatão dos Guararapes. Essa busca por mais aprendizagem, o faz se identificar com o partido e o leva a crer em um grande crescimento do PRB em todo o País e em seu estado, em particular. Disposto a superar em muito a meta de dobrar os números das bancadas das câmaras municipais e de prefeitos nas cidades pernambucanas, Vilalba mostra disposição para conversar com novos e antigos aliados, sempre que estes estiverem dispostos a fazer “uma política nota dez”, de acordo com os ideais republicanos de transparência e trabalho.


Deputado federal Vilalba (PRB/PE) 


1 - Como presidente do PRB em Pernambuco, como o senhor avalia o crescimento e o potencial do partido para as próximas eleições?
Vilalba - Nós estamos trabalhando firme para, em todos os municípios, alcançar e até superar a meta de dobrar o tamanho de nossa bancada no estado. Quando começamos o trabalho, tínhamos 23 vereadores e dois prefeitos. Temos hoje 35 candidatos a vereador com mandatos e, em 85 municípios, estaremos lançando pelo menos um candidato a vereador em cada. Temos ainda pelo menos 25 pré-candidatos a prefeito. São números que, junto com a qualidade dos nomes, nos permitem acreditar que vamos superar com folga a meta estabelecida pela direção de nosso partido. Vamos ter candidatos e acredito que representantes eleitos em praticamente metade dos municípios de Pernambuco.

2 - A militância e o processo de filiação acompanharam esse crescimento?
Vilalba - Fizemos um trabalho descentralizado, onde as filiações regionais ficaram a cargo dos respectivos presidentes municipais. Conseguimos um grande número de filiações, graças ao empenho dessas lideranças e ao profundo conhecimento que eles têm de suas regiões. Realizamos um grande movimento de filiação em massa em todos os municípios e com um grande reforço em Recife. O importante é que não vamos parar esse processo, pois as filiações devem seguir independentes do calendário eleitoral. Não queremos só candidatos, mas quadros que ajudem a desenvolver nosso partido.

3 - A eleição de uma mulher (a ministra Ana Arraes) para o TCU demonstra a força política do estado de Pernambuco no cenário nacional. Como o senhor avalia essa importância e de que forma o PRB ajudou na eleição da ministra?
Vilalba - Em nosso estado, participamos de reuniões, junto com o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, com o governador Eduardo Gomes e a então candidata a ministra. Foi um encontro onde consolidamos a posição do partido de apoio a Ana Arraes. Claro que é importante e é um reconhecimento termos um nome como o de Ana Arraes, cujo sobrenome faz parte da história política de nosso estado, em um órgão como o Tribunal de Contas. E a participação do PRB foi importante, pois o partido mostrou empenho e união em torno de um nome. Esse empenho é resultado de uma aliança que temos com o governo do estado. Pernambuco ganhou muito com essa eleição. E o Brasil também, pois acreditamos na competência da ministra.

4 - O PRB, na contramão de outras siglas, tem conseguido trazer jovens e pessoas que estavam arredias às atividades políticas para a vida partidária. Qual é o motivo dessa reabilitação da política pelos republicanos?
Vilalba - Ações, trabalho, transparência. Isso tudo gera respostas, pois embora saibamos que a classe política hoje está desacreditada, com muitos problemas e denúncias, esses problemas sempre existiam, mas ganharam dimensões maiores nos últimos anos. Talvez porque exista mais fiscalização. O importante é que o PRB tem o compromisso de mostrar que existem políticos sinceros, dispostos a trabalhar pela população. Quando você mostra isso, resgata a credibilidade dos políticos e da atividade política.

5 - Como o senhor avalia a proposta do PRB de fazer um novo tipo de política?
Vilalba - O PRB está em um bom caminho. O PRB aposta na renovação. Veja o exemplo de nosso portal, que é de acesso livre a todos e traz informações de todos os espaços de nosso partido. Essa transparência nas atividades e amplitude dos pontos de vista é que mostra o bom caminho que o PRB está fazendo.

6 - Em relação ao seu mandato de parlamentar federal, de que forma essa experiência pode ajudar no seu futuro político?
Vilalba - Eu fui vereador em Jaboatão dos Guararapes (segundo maior munícipio do estado) por dois mandatos. Quando eu cheguei a Brasília, apesar da experiência parlamentar, claro, tive que me adaptar. Mas isso foi possível e creio que galguei novos patamares na atividade de deputado. Por exemplo, como titular na Comissão de Desenvolvimento Urbano, fazendo um trabalho muito importante na busca por soluções de transporte urbano, na destinação e na reutilização dos resíduos sólidos. Também atuo na Comissão de Defesa do Consumidor. Sei que tenho muito a aprender, pois ainda estou no primeiro mandato como deputado federal, mas essa visão macro que o exercício parlamentar federal me dá é importante para o meu crescimento e para a descoberta de soluções alternativas em outras partes do País.

7 - O senhor já tem uma definição sobre seu futuro político?
Vilalba - Ainda não. Vamos cumprir nosso mandato e ver também o interesse do partido. As metas do político Vilalba não são dissociadas dos interesses do PRB.

8 - O senhor acredita que em seu estado será repetida a aliança vencedora das últimas eleições?
Vilalba – Ainda está muito no começo para definirmos isso. Somos da aliança do governador em nível estadual, de forma que há abertura para o diálogo, mas as realidades municipais podem ser diferentes e são. Muitas vezes, uma aliança em nível estadual está inviabilizada em níveis municipais, por divergências, às vezes irreconciliáveis, entre atores políticos. Isso não é ruim, é próprio de uma atividade tão diversificada como a política. Posso dizer que nossas conversas com o governador são muito positivas, mas cada cidade tem sua particularidade e essas serão levadas em conta na hora das alianças, que serão firmadas priorizando propostas de governo que atendam ao jeito republicano de fazer política.

9 - O que é preciso para se aliado do PRB no estado?
Vilalba - Se filiar ao partido (risos)! Na verdade, queremos aliados que conheçam o que é o PRB. Que tenham identidade com nossa política de transparência e trabalho. Que nos identifiquem como um partido novo, um partido leve, um partido que tem crescido muito, mas sem perder sua identidade. Veja que na última legislatura tínhamos um deputado federal. Hoje já temos dez. Creio que o momento é de crescermos ainda mais, em nível regional, de forma a criar novas lideranças comprometidas com o Brasil 10 que queremos.

10 - Para o senhor, ser 10 é?
Vilalba - Ser 10 é ser transparente. Ser 10 é procurar ser melhor. É buscar uma saúde 10, uma educação 10. Dez pra mim é uma busca pelo ideal. Ser 10 é ser PRB!

Por Paulo Gusmão

Fonte: PRB Nacional
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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Politica SC: PMDB na liderança do comando de prefeituras

FLORIANÓPOLIS - O final do prazo para filiações provocou alterações no mapa político dos municípios catarinenses. O PMDB segue como o partido que comanda o maior número de prefeituras do Estado. A principal alteração foi provocada pelo PSD, que embora tenha sido legalmente criado há duas semanas, já ocupa o segundo lugar em número de prefeitos.

Os números ainda não são oficiais porque os partidos têm até sexta-feira para encaminhar os documentos para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC). Mas um levantamento feito pela Agência RBS na última semana mostra que o PMDB segue como a maior legenda em número de prefeitos, com 111. O número é igual ao que o partido tinha em 2009, quando os atuais prefeitos tomaram posse. Apesar de mudanças ocorridas no período, como prefeitos cassados e eleitos – o PMDB perdeu a prefeitura de Braço do Norte, mas assumiu em Caçador – nos últimos dias a sigla perdeu a prefeitura de Santa Terezinha do Progresso, onde o prefeito Ilenir Pedrinho Secchi foi para o PSD, mas ganhou São José, o quarto maior colégio eleitoral, com a filiação de Djalma Berger.

O PSD surge no mapa político já contabilizando 55 prefeituras. Além dos 42 prefeitos eleitos pelo DEM (o prefeito de Timbé do Sul já havia sido cassado), a legenda ainda atraiu 13 prefeitos de outros partidos. O maior prejudicado foi o PPS, que dos cinco prefeitos eleitos, manteve apenas Alcino Pereira, de José Boiteux. O PSDB também sofreu um revés. Depois de perder prefeituras como Caçador e Cunha Porã – que tiveram os mandatários cassados – os tucanos ainda viram outros quatro prefeitos migrarem para o PSD.

Já o PP perdeu o segundo lugar em número de município justamente para o PSD, que atraiu três prefeitos pepistas. Nos demais partidos não houve alterações. O PT manteve as 35 prefeituras, assim como o PTB, que permaneceu com três, e o PR, que continua administrando dois municípios. O PDT ganhou uma prefeita com a posse de Ione Pressoto. O PSB, que elegeu em 2008 somente um prefeito (Djalma Berger em São José), somou mais uma prefeitura com a posse do vice Claudemir Francisco em Barra Velha. Mas, com a ida de Djalma para o PMDB, o PSB volta a administrar apenas um município.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Anna Carolina filia-se ao PRB de Itajai


                                          Dra. Anna Carolina Cristofolini Martins


Credenciada por seu espirito de liderança, experiência em temas relacionados a questão ambiental, e sobretudo por uma conduta ética e moral, A jovem advogada Anna Carolina, filiou-se ao PRB e conduzirá o Núcleo do PRB Verde na cidade. Anna que em 2008 obteve uma expressiva votação, coloca seu nome como pré-candidata a vereadora pelo PRB em 2012. A saída do seu antigo partido, por nota oficial a imprensa, demonstra um equilíbrio profissional, respeito ao eleitor e uma postura ideológica. 

“Colegas verdes.
         * Itajaí + Verde *

Quando há seis anos optei por militar no Partido Verde, transbordava em mim o entusiasmo de divulgar nossa ideologia e fazer crescer nosso partido que muitos o viam pequeno e eu o enxergava gigantesco diante tantos militantes de garra, vontade e boa fé.
Nesse pequeno espaço de tempo, vesti a camisa e entrei na disputa a nível municipal e estadual a fim de elevar o nome do partido em Itajaí e em Santa Catarina, tendo a honra, nas duas oportunidades, de ser a mulher mais bem votada do PV, o que me oportunizou aprendizado e contratempos, dos quais não me arrependo.
Contudo, apesar da relação de afinidade que aprendi a ter com os pevistas de todo o nosso país, a sintonia que tenho junto a executiva municipal de Itajaí e a sincera identificação com a bandeira do partido, hoje o sentimento é de descontentamento e insegurança diante das atitudes arbitrárias e anti democráticas de alguns dirigentes partidários, o que inclusive me desestimula a realizar novas filiações.
Infelizmente, com o tempo também pude observar que os principais dirigentes do Partido Verde não são abertos a discussão e muito pior, reiteram e incentivam sucessivamente a prática da retaliação, acobertam e estimulam, de forma covarde, pessoas que traem nossos ideais partidários e ficam de conluio com pessoas contrárias a nossa causa, somente objetivando a vantagem pessoal e impossibilitando assim as renovações sempre necessárias em um partido político.
Sinto que cumpri com a minha obrigação junto ao Partido Verde e fui fiel aos seus princípios e aos companheiros verdes, porém, o crescente descrédito nos dirigentes e a constante insegurança nos rumos partidários a nível estadual e nacional não me dão outra opção senão me retirar da sigla, pois vem contra a tudo o que defendo e luto.
Aos resistentes e VERDADEIROS verdes que ficam, desejo sabedoria na caminhada e reforço que em Itajaí/SC possuem esta companheira que continuará erguendo a bandeira a favor do meio ambiente mesmo diante das circunstâncias apresentadas.
Aos companheiros de Itajaí só tenho a agradecer pelo espaço, pela confiança concedida durante anos e pelo exemplo de união do grupo, que por muitas vezes identifiquei como uma segunda família.
Por fim, agradeço ainda pelo aprendizado, principalmente vindo daqueles poucos que ao tentarem me retaliar, acabaram por me ensinar a ser ainda mais forte.
Sigo em frente com os mesmos ideais, porém, em algum ambiente mais justo e democrático.
Boa sorte a todos e contem comigo.
Anna Carolina Cristofolini Martins  PV Itajaí / Santa Catarina.”
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"O partido do Zé Alencar"

"O partido do Zé Alencar"

PRB MULHER - SC

PRB MULHER - SC
Filie-se, faça parte deste projeto.

PRB JOVEM - SC

PRB JOVEM - SC
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PRB VERDE - SC

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PRB TRABALHADOR - SC

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PRB AFRO - SC

PRB AFRO - SC

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